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100 COISAS QUE EU NÃO VOU FAZER AGORA QUE TENHO 50 ANOS100 COISAS QUE EU NÃO VOU FAZER AGORA QUE TENHO 50 ANOS

de Wendy Reid Crisp

A vida após os 50 é para ser vivida. Para Wendy Reid Crisp, é também tempo de se sentir bem. Esta lista de "100 coisas que eu não vou fazer" apresenta lições sábias - duramente aprendidas - sobre o valor da liberdade e da alegria de viver. Depois dos 50, já não é hora de ficar ouvindo bobagens, enfrentar um acampamento, perder o contato com ex-amantes, usar tons pastel, aceitar o rótulo de "terceira idade" e outras 95 resoluções que vão inspirar todas aquelas acima dos 50 (e algumas abaixo também).

"Um livro que transborda inteligência e sabedoria."
Chicago Tribune

"Eu gosto de saber o que nos aguarda, especialmente quando dito por alguém tão para cima como Crisp... Ao experimentar o prazer da euforia pós-menopausa, Crisp tomou a decisão de viver feliz para sempre."
St. Louis Post-Dispatch

"Cinqüentona, mas ainda arrebentando."
The Indianapolis Star

"Eu li o livro inteiro numa sentada. Mas as coisas que Crisp escreveu permanecerão atuais por muito, muito tempo."
Austin American Statesman

"Conselhos bem-humorados e engenhosos para mulheres de meia-idade que estão enfrentando mudanças no seu estilo de vida."
The Dallas Morning News

Serviço:
Formato: 11x21
Páginas: 112
1° Edição: novembro de 1996
Preço: R$ 25,00




26662666

Maior sucesso latino-americano em escala mundial desde Gabriel García Márquez, Roberto Bolaño consolidou-se na direção contrária de seu predecessor, apresentando, em lugar da literatura fantástica que notabilizou o autor de Cem anos de solidão, um realismo cru, de humor sardônico e pessimista. É nessa chave que se desenrola 2666.
Fiel aos dois principais temas que atravessam toda a obra do autor chileno - violência e literatura -, o livro é composto de cinco romances, interligados por dois dramas centrais: a busca por um autor recluso e uma série de assassinatos na fronteira México-Estados Unidos.
A primeira história narra a saga de quatro críticos europeus em busca de Benno von Archimboldi, um escritor alemão recluso do qual não se conhecem fotos. Na segunda, há a agonia de um professor mexicano às voltas com seus problemas existenciais. O terceiro romance conta a história de um jornalista esportivo que acaba se envolvendo com crimes cometidos contra mulheres da cidade de Santa Teresa, no México (ficcionalização de Ciudad Juárez). Na quarta e mais extensa das partes do livro, os crimes de Santa Teresa são narrados com a frieza e o distanciamento próprios da linguagem jornalística das páginas policiais. E finalmente, na quinta história o leitor é conduzido de volta à Segunda Guerra, tornando-se testemunha do passado misterioso de Benno von Archimboldi.
Apesar do tamanho monumental - a edição espanhola de 2666 tem mais de mil páginas -, a trama enigmática mantém o leitor em estado de suspensão até as últimas palavras, quando só então o autor oferece a solução que permite compreender o conjunto do livro.
Recheado de reflexões sobre a natureza do mal, a relação entre cultura e violência e, de quebra, a situação do intelectual latino-americano, 2666 é um livro inteligente, surpreendente e de leitura fácil. Não por acaso, fez uma carreira tão assombrosa no contexto da crítica internacional e entrou para o rol dos grandes fenômenos literários da atualidade.

"O que Bolaño perseguiu e alcançou foi o romance total, colocando o autor de 2666 no mesmo time de Cervantes, Sterne, Melville, Proust, Musil e Pynchon." - Rodrigo Fresán

"Não somente o grande romance em língua espanhola da década, mas também um dos pilares que definem toda uma literatura." - La Vanguardia

"Bolaño é o mais influente e admirado romancista de língua espanhola da sua geração." - Susan Sontag

"Todos eles são Bolaño, todos nós somos Bolaño, até você é Bolaño." - Patti Smith




<b>Anne de Green Gables</b>Anne de Green Gables

Anne de Green Gables
de Lucy Maud Montgomery
(Infanto-juvenil)

Uma menina de 11 anos com cabelos ruivos, sardas e uma mente tão imaginativa quanto um cientista em busca de conhecimento chega a uma terra onde as tardes são calmas, os pores do sol, alaranjados, as florestas, aconchegantes e os rios correm no ritmo suave do povoado. Sua boca é uma matraca e seus sonhos são maiores que moinhos de vento. Anne vai crescendo... e crescendo... e de patinho feio revela-se um elegante e atento cisne, pronto para abrir suas asas e voar para além das veredas. Mas a vida é feita de artimanhas, e a nossa garotinha adotada pelos irmãos Marilla e Matthew tem algumas cercas para pular, sem jamais deixar seus sonhos desvanecerem, como algumas criaturas os deixam...

Serviço:
Autor: Lucy Maud Montgomery
ISBN: 9788561635060
Preço: R$ 44,90
Páginas: 480
Editora: Martins Fontes

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<b>Meus contos africanos</b>Meus contos africanos

Seleção de Nelson Mandela
(Contos)

Mandela, vencedor do Prêmio Nobel de 1993 e ex-presidente da África do Sul, selecionou 32 contos, de diferentes autores e países, que levam o leitor a conhecer diversas regiões da África, do Marrocos à África do Sul. São histórias que sofreram inúmeras metamorfoses ao longo do tempo por diferentes grupos étnicos ao percorreram várias nações e tribos.

Seu propósito é resgatar esses contos populares - parábolas e fábulas - contados oralmente e preservá-los através do texto escrito. E mais: fazer com que eles percorram o mundo inteiro para ser compartilhado, não só com as crianças, mas com todos aqueles que gostam de folclore e cultura popular. Logo no início do livro há um grande mapa do continente africano que localiza os países de onde cada história, provavelmente, surgiu. Mas Mandela logo explica: "enquanto alguns procuram identificar de onde vem cada história, aqueles que estão familiarizados com as peculiaridades do folclore saberão que, algumas vezes - na verdade, com frequência -, é totalmente impossível apurar qualquer grau de precisão de onde ela se originou".

Para ilustrar as histórias, 16 artistas africanos desenharam personagens e cenas africanas, predominando o estilo naïfe, com cores fortes, desenhos sem profundidade, porém singelos.

Ao final do livro, há um pequeno glossário que explica alguns termos e palavras africanas presentes no livro, como kgokgo, que significa assombração. Há ainda um curioso resumo biográfico dos artistas e autores.

Serviço
Autor: Nelson Mandela (seleção)
ISBN: 9788561635084
Preço: R$ 54,80
Páginas: 156 pp.

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<b>Telônio, o ambulante do espaço</b>Telônio, o ambulante do espaço

Texto e ilustrações de Pablo Bernasconi
(Infanto-juvenil)

Telônio tem o difícil trabalho de apresentar cores novas a seres acostumados à monocromia de seus planetas. Numa galáxia em que cada planeta se define por uma única cor, Telônio encontra grandes dificuldades para persuadir seus clientes a experimentar o diferente.

Como dizer aos amaretinos que o amarelo não é a única cor? Ou como convencer os zulunianos de que também há beleza no vermelho? Com seu texto bem-humorado e suas ilustrações peculiares, o autor mostra que a questão da diversidade se estende para além da mera aceitação do novo, mas que deve se basear em um interesse genuíno por outras culturas, religiões, crenças, enfim tudo o que representa "o outro"

ENTREVISTA COM O AUTOR

O que o motivou a escrever esta história?

Tudo começou com minha mudança para Bariloche. Eu vivia em Buenos Aires, onde as pessoas, os prédios, as roupas, os carros e até mesmo os cachorros pareciam cinzas. Na Patagônia, a aparência das coisas me pareceu diferente, e portanto o interior delas também surgiu diferente aos meus olhos. Foi o que tentei traduzir nesta história, por isso criei Telônio e seus mundos.

No livro, Telônio sente a resistência dos acomodados ao lhes apresentar uma novidade.Entrar em contato com o novo é importante para o desenvolvimento da criatividade?

Não acredito que exista algo como "o novo". Há apenas o que ainda não conhecemos. Todos os dias passamos por todo tipo de coisas, belas e feias, e nem sequer as notamos. Até que, por alguma razão desconhecida, elas "caem na nossa cabeça". Com um pouco de sorte e interesse, outros conceitos e ideias também podem ir fundo em nossos cérebros fechados e acabar nos transformando em pessoas melhores.

As cores que Telônio mostra aos seres de outros planetas monocromáticos podem ser entendidas como uma metáfora para a diversidade?

Sim, se você pegar a palavra em toda a sua extensão e significado. Não se trata apenas de aceitação, mas do interesse genuíno por outras culturas, signos, filosofias, religiões, crenças, políticas etc. Esse interesse pela diversidade ajudaria a organizar a enorme confusão que é o mundo hoje.

Por que decidiu publicar o livro primeiro no Brasil?

Vocês foram os mais rápidos! De fato, este livro era parte de um grupo de títulos pelo qual a Girafinha se interessou primeiro, quando ele ainda era apenas um projeto. O livro será publicado em breve na Argentina e talvez na Espanha. Propus à editora brasileira porque sei que o Brasil tem uma incrível e valiosa mistura étnica, mas que também sofre do mesmo grande problema que aflige toda a América Latina: a enorme brecha que distancia ricos e pobres. O livro tenta mostrar que esse não é um ponto final.

Sobre o autor

Pablo Bernasconi é designer gráfico, ilustrador e escritor. Nasceu em Buenos Aires em 1973, mas atualmente reside na Patagônia. Iniciou sua carreira em 1998, no periódico argentino El Clarín, e hoje também colabora com jornais estrangeiros como The Wall Street Journal e The New York Times, entre outros. Seus diversos livros infantis foram traduzidos para o inglês, espanhol, coreano, alemão e português. Incluído no Luzers Archive (Alemanha) como um dos 200 melhores ilustradores do mundo, Bernasconi já conquistou diversos prêmios mundo afora, dentre eles: quatro prêmios de excelência concedidos pela Society of Newspaper Design; World Book Day (2004); UK Association of Illustrator 29 Awards Annual em 2005 e Zena Sutherland de Literatura Infantil 2006 concedido pela Universidade de Chicago, nas categorias melhor texto e melhor livro do ano (O diário do Capitão Arsênio). No Brasil, a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil indicou Vaca branca, mancha preta (Girafinha, 2007) para constituição do Acervo Básico. Do autor, a editora também pulicou Hipo pode nadar; O diário do Capitão Arsênio; O mago, o horrível e o livro de feitiçaria; Excessos e exageros e Super-herói ou supervilão.

Serviço:
40 Páginas
15,5 x 22,5cm
ISBN: 978-85-99520-73-4
Preço: R$ 25,00
Editora: Girafinha

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<b>Um artista da fome</b>Um artista da fome

de Franz Kafka
(Contos)

"Toda a arte de Kafka consiste em obrigar o leitor a reler." Albert Camus

Kafka (1883-1924) é um daqueles artistas que quem não leu deve ler e quem já leu deve sempre revisitar. Não há escapatória. Sua obra é o retrato da angústia do homem moderno - um retrato feito à perfeição. Sua condição de escritor de origem tcheca escrevendo em língua alemã, as origens judaicas e o péssimo relacionamento com o pai o colocaram numa posição peculiar - ao mesmo tempo isolada e universal - a partir da qual expôs os grandes questionamentos da vida, o cotidiano transformado numa paródia de si mesmo, a existência, a burocracia e a alienação.

Este volume apresenta os contos: "Primeira dor", "Uma pequena mulher", "Um artista da fome" e "Josefine, a cantora ou O povo dos ratos", e a novela "Na colônia penal". "Um artista da fome" foi publicado inicialmente em 1922 e depois serviu de nome para o último livro que Kafka publicou antes de morrer, que reúne as histórias acima - todas escritas no final da vida, quando já estava condenado pela tuberculose. Alguns críticos afirmam que é o conto mais autobiográfico do autor, onde a visão do artista isolado de tudo e de todos proporciona um espetáculo que já não interessa a mais ninguém. Em "Na colônia penal" (1919), o clima de pesadelo e de horror dá o tom da estarrecedora e sombria visão que Kafka emprestou a toda sua obra.


Serviço:
Título: ARTISTA DA FOME, UM
Título Original: EIN HUNGERKÜNSTLER - VIER GESCHICHTEN
Coleção L&PM Pocket
ISBN-13: 978.85.254.1903-3
Páginas: 128
10,7 X 17,8 cm
1° Edição: Junho de 2009
Preço: R$ 11,00

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A adaga de MédiciA adaga de Médici

de Cameron West
(Romance)

Suspense e ação em uma trama que vai do século XV de Leonardo Da Vinci aos dias de hoje

No romance A adaga de Médici, o escritor americano Cameron West narra a busca de um jovem dublê por seu passado e por uma arma letal criada pelo mestre renascentista.

O destemido e culto dublê de Hollywood Reb Barnett leva uma vida de emoção e perigo para fugir de pesadelos do passado - até que um telefone anônimo traz de volta assombrosas lembranças e o leva a uma busca desesperada pela lendária Adaga de Médici, uma arma indestrutível e letal supostamente criada por Leonardo Da Vinci no fim do século XV. Para isso, Reb deve decifrar o significado dos Círculos da Verdade, um mapa codificado no qual o mestre renascentista teria registrado o esconderijo de sua criação. Mas na trilha da adaga está também um bilionário diabólico da indústria bélica e desprezíveis agentes do governo, e Reb deve enfrentá-los para solucionar a misteriosa morte de seus pais anos antes. A ADAGA DE MÉDICI, de Cameron West, ganhará em breve uma versão cinematográfica protagonizada por Tom Cruise. O livro acaba de sair da gráfica da Editora Record e chega às livrarias nesta semana.

Autor de um livro de memórias best seller no The New York Times em 1999, em que em que documentou sua luta contra um distúrbio de personalidade múltipla, o americano Cameron West estréia agora no Brasil e na ficção com um romance de ação e aventura.

No ano de 1491, o gênio Leonardo Da Vinci cria uma mistura de metais indestrutível, que resulta em uma arma tão leve quanto o ar e mais poderosa do que tudo conhecido pelo homem. Ciente de que sua descoberta poderia ser usada para fins malignos e letais pelos homens de sua época, ele decide escondê-la para uma sociedade futura, deixando pistas sobre sua composição.

Meio século depois, um avião que carregava as inestimáveis anotações de Da Vinci que indicavam o paradeiro da lendária adaga explode misteriosamente no ar. Logo em seguida, em Georgetown, a casa do curador de um dos maiores museus do mundo é destruída em um incêndio, do qual apenas seu filho pequeno, escapa com vida. Estariam as tragédias interligadas? Teriam sido meros acidentes ou atos criminosos?

Vinte anos após o desastre, o destemido dublê de Hollywood Reb Barnett é famoso por atuar sobre o fio da navalha, entre emoção e perigo. Sua rotina arriscada, entretanto, não passa de uma tentativa de esquecer os pesadelos da infância. Culto e amante das artes, ele é cresceu em meio a lendas e relíquias inestimáveis, mas perdeu os pais muito cedo em um trágico incêndio cuja causa nunca compreendeu totalmente.

Agora, um telefonema anônimo está prestes a trazer à tona suas piores lembranças, levando-o para a Itália e atirando-o em uma trama violenta que gira em torno do mito da Adaga de Médici. O artefato desperta a cobiça da indústria de armamentos, mas para Reb, representa sua única chance de esclarecer a morte dos pais.

Na busca desesperada pela adaga, Reb terá a companhia da bela Antonia Gianelli, uma historiadora de arte que será indispensável na dissolução do mistério. Juntos, eles devem decifrar o significado dos Círculos da Verdade, um mapa codificado no qual o mestre renascentista teria registrado o esconderijo de sua criação, deixando pistas que só seriam compreendidas séculos depois.

Em uma verdadeira montanha-russa de aventura, suspense e intriga, Barnett precisará duelar contra a argúcia incomparável de Da Vinci para solucionar o enigma, e, para permanecer vivo, terá de fugir de um assassino frio e cruel. Da paisagem reluzente da Toscana à exuberante Califórnia, A ADAGA DE MÉDICI leva os leitores por um intrigante e inteligente quebra-cabeças de suspense e romance. O livro deve ganhar em breve uma adaptação para o cinema, estrelada por Tom Cruise.

"Aconteceu algo que não consigo explicar. Enquanto fundia a adaga para Il Magnifico, criei uma mistura de metais que depois de formada ficou quase tão leve quanto o ar. Por mais que me esforce, não consigo fazer com que retorne à fase líquida, nem pude fazer essa liga deformar-se, nem causar-lhe mossa alguma. E essa lâmina tem um fio mais afiado do que qualquer outro já visto pelo homem. O mundo certamente não está preparado para receber um material que poderia transformar-se em armas indestrutíveis e fatais. Não há como possa provir daí algum bem. A guerra é uma loucura bestial. Mas vislumbro, além da nossa era, um futuro glorioso no qual a ciência reinará benevolente, quando o homem, destituído de todo e qualquer mau propósito, poderá utilizar essa extraordinária descoberta para o mais nobre dos fins. Portanto, guardarei esta adaga para esse homem do futuro. E os Círculos da Verdade o levarão até ela."

Cameron West, best seller do New York Times, é autor de First Person Plural: My Life as a Multiple. Doutor em psicologia, vive na Califórnia com a esposa e o filho.

Serviço: 
Tradução de Celina Cavalcante Falck-Cook
Grupo Editorial Record/Editora Record
 294 páginas
Preço: R$ 39,90




A árvore curiosaA árvore curiosa

Textos de Didier Lévy
Ilustrações de Tiziana Romanin
(Infantil)

História sobre a relação especial entre um menino e uma árvore apresenta conceitos de reciclagem e preservação do meio ambiente.

A árvore curiosa, traduzido por Samuel Titan Jr., conta a história de um menino e umaárvore do seu jardim, com a qual compartilhava suas leituras. Um dia, um raio fulmina a árvore e, renasce quando o menino e sua mãe reciclam suas folhas e fazem um livro. O texto poético e delicado de Didier Lévy, somado às encantadoras ilustrações de Tiziana Romanin, propõe uma leitura envolvente que, além de estimular a interação das crianças com a natureza, traz conceitos sobre reciclagem, preservação e valorização do meio ambiente.

DIDIER LÉVY nasceu em 1964, em Paris. É jornalista, e se dedica quase que exclusivamente à literatura. No Brasil, tem sete livros publicados, dentre os quais, Nove contos de fadas e de princesas, (Companhia das Letrinhas, 2004) e A... Amigo? (Larousse, 2003). Este éseu primeiro livro pela editora Girafinha.

TIZIANA ROMANIN nasceu na Itália e há muitos anos vive na França, onde trabalha como ilustradora de livros, jornais e revistas.

Serviço:
32 Páginas
21 x 21cm | Brochura
Preço sugerido: R$ 21,00




A biblioteca do geógrafoA biblioteca do geógrafo

A biblioteca do geógrafo, de Jon Fasman, é uma excitante história de aventura, que alia esoterismo e suspense. Na trama, o autor une distintos elementos, que a primeira vista parecem ter pouco em comum, para conduzir o leitor a uma frenética busca por relíquias roubadas em diversas partes do mundo.

Jon Fasman é considerado uma mistura de Umberto Eco e Dan Brown, na medida em que entretém ao apresentar histórias que revelam sua extensa cultura. A biblioteca do geógrafo é um lançamento da Editora José Olympio (http://www.record.com.br/) e já está nas livrarias.

"A biblioteca do geógrafo pode ser definido como um thriller alquímico, um brilhante coquetel de mistério e erudição, com uma pitada de humor. Um autêntico sucesso", Vendredi.

"Uma coleção de pequenas maravilhas, escrito por um romancista digno de um lugar ao lado de Umberto Eco e de John Fowes na sua biblioteca", Allen Kurzweil - Los Angeles Times.

A biblioteca do geógrafo, de Jon Fasman, foi muito bem recebido pela crítica especializada no exterior. Alguns críticos enxergam traços de Umberto Eco e Dan Brown no autor, que entretém ao mesmo tempo em que apresenta sua sólida cultura.

A trama deste livro leva o leitor a uma viagem pelo mundo em diferentes épocas, do Irã medieval aos Estados Unidos do século XX. O thriller apresenta personagens com ligações pouco prováveis e a alquimia, a mais esotérica das ciências, como centro da ação.

Jon Fasman conta a instigante história de um ladrão siciliano do século XII que rouba uma sacola de artefatos da biblioteca do geógrafo da corte: ferramentas e talismãs, na verdade objetos de "transmutação", que acabam por se espalhar no mundo. Novecentos anos mais tarde, em uma cidadezinha sonolenta dos Estados Unidos, o jovem repórter Paul Tomm descobre que alguém quer reunir os elementos novamente.

A pesquisa do jornalista para escrever o obituário de um professor local transforma-se, gradualmente, em uma investigação. Jon Fasman entrelaça as buscas de Paul nos dias atuais com histórias de personagens de diferentes épocas, pelas mãos dos quais passaram as extraordinárias relíquias da alquimia roubadas da biblioteca do geógrafo. Um mercador genovês, um engenheiro soviético, um colecionador de antiguidades inglês, um chinês aposentado - todos descobriram que esses objetos de imenso valor atraem perseguidores extremamente determinados.

Na trilha das pistas que conduzem a um grupo dedicado ao contrabando internacional, que possivelmente detém o segredo da vida eterna, o jornalista se apaixona por uma pessoa próxima ao professor e percebe que ele não era quem dizia ser. Essa descoberta acarreta consequências assustadoras.

Jon Fasman nasceu em Chicago, em 1975, e cresceu em Washington, D.C. Formou-se pelas universidades de Brown e Oxford, trabalhou como jornalista em Washington, Nova York, Oxford e Moscou. Seus trabalhos foram publicados em The Times Literary Supplement, Slate, Legal Affairs, The Moscow Times, The Washington Post e The Morning News. Atualmente é escritor e editor on-line de The Economist e vive em Londres. Sucesso de crítica e de público, A biblioteca do Geógrafo chegou à lista dos mais vendidos e foi traduzido em mais de 12 línguas.

A biblioteca do geógrafo

Editora José Olympio

Jon Fasman

420 páginas

 Formato: 16 x 23cm

Preço: R$ 54,00

Suspense / Aventura / Esoterismo /História




A causa sagrada de DarwinA causa sagrada de Darwin

Charles Darwin aniquilou Adão e colocou os macacos em nossa árvore genealógica. Ao seguir a ciência e renunciar à religião, deu início ao mundo laico moderno. Seu A origem das espécies transformou a maneira de nos enxergarmos no planeta. Incensado ou desprezado, é impossível ignorá-lo. Mas como um integrante da pequena nobreza da Inglaterra vitoriana se tornou um ícone do século XXI? O avô de cabelos brancos que nos espia das sobrecapas dos livros, dos selos do correio e moedas comemorativas?

Em A CAUSA SAGRADA DE DARWIN, Adrian Desmond e James Moore, autoridades mundiais em Darwin, apresentam um enfoque completamente novo para as motivações que levaram o cientista à sua famosa teoria da evolução. O ponto de partida foi a crença abolicionista, a idéia de uma origem comum para brancos e negros. As raízes únicas para todas as raças eram o tema em volta do qual girava todo o projeto humano de Darwin. Era a sua "causa sagrada", a unidade racial.

Desmond e Moore mostram como Darwin estendeu a todas as formas de vida a idéia da fraternidade humana defendida por aqueles que lutavam para abolir a escravidão, desenvolvendo assim nossa visão moderna da evolução. E analisam a fonte do fogo moral que alimentou sua obsessão com nossas origens. Os dois tiveram acesso a cartas inéditas, arquivos, manuscritos e livros raros, que ajudaram a fundamentar sua tese. Reconstroem a trajetória de Darwin, iluminando o caminho que este percorreu depois de voltar da viagem no Beagle, usando suas anotações e rascunhos.

A CAUSA SAGRADA DE DRAWIN restaura o humanismo de Darwin, manchado por tentativas atéias e criacionistas de desmoralizá-lo. Ao reconhecer a herança cristã e abolicionista de Darwin é que podemos compreender realmente a mistura confusa de força pessoal, hesitação pública e radicalismo científico que o levou finalmente a publicar suas idéias. O livro coincide com as homenagens mundiais por conta do bicentenário de seu nascimento e aniversário de 150 anos de A origem das espécies.

Adrian Desmond e James Moore são autores do aclamado Darwin, que ganhou diversos prêmios importantes, entre eles, o Prêmio James Tait Black, o Comisso Prize - prêmio para biografias na Itália -, o Watson Davis Prize e o Dingle Prize. Adrian Desmond escreveu sete outros livros sobre evolução e ciência vitoriana e é integrante da Pesquisa Honorária do Departamento de Biologia da University College London. Entre os livros de James Moore temos The Post-Darwinian Controversies e The Darwin Legend. É professor de História da Ciência da Open University e atualmente está pesquisando a vida de Alfred Russell Wallace.




A CONSPIRAÇÃO CONTRA OS MÉDICIA CONSPIRAÇÃO CONTRA OS MÉDICI

A Renascença italiana ficou marcada nas páginas da História tanto por sua inestimável contribuição nas artes como pelas intrigas, com as políticas papais interferindo na luta pelo poder nos estados-nação, controlados por dinastias familiares, com diferentes níveis de tirania. Mais de cinco séculos depois, um dos episódios mais instigantes deste período acaba de ser desvendado. Em A CONSPIRAÇÃO CONTRA OS MÉDICI, o professor de História Italiana e Literatura Marcello Simonetta revela os bastidores da trama que culminou no célebre atentado a uma das mais importantes dessas dinastias.

No centro da história estão os Médici, poderosa família de mecenas, poetas, políticos, príncipes, mercadores e papas. Durante a missa do Domingo de Ascensão, em 26 de abril de 1478, Giuliano de Médici e seu irmão, Lourenço, jovens líderes da cidade-estado florentina, sofreram um ataque no domo de Florença que resultou na morte do primeiro e em graves ferimentos do segundo. Lourenço acabou se tornando uma das principais figuras da Renascença, experiente líder da República Florentina e patrono das artes - se não tivesse sobrevivido ao atentado, é possível que o talento de Michelangelo houvesse passado despercebido. E talvez algumas das pinturas, esculturas e obras arquitetônicas mais valorizadas da civilização ocidental não teriam sido realizadas.

O massacre surpreendente, um dos mais sangrentos da Renascença italiana - que gerou uma reação violenta da plebe florentina, fiel aos Médici -, veio a ser conhecido como conspiração Pazzi. Entretanto, mesmo sabendo-se que os agressores foram a família Pazzi, rival dos Médici, ainda restavam dúvidas sobre quem realmente teria orquestrado o crime.

Quinhentos anos mais tarde, Marcello Simonetta achou a resposta. Enquanto trabalhava em um arquivo privado na Itália, encontrou por acaso uma carta cifrada de Federico de Montefeltro, duque de Urbino, ao papa Sisto IV. Com o auxílio de um livro de códigos escrito por um antepassado seu, Simonetta desvendou os segredos da carta e encontrou indícios de um plano do papa para obter o controle de Florença. Montefeltro, que por muito tempo acreditou-se ser um grande amigo de Lourenço de Médici, estava de fato conspirando com o pontífice para depor o líder florentino e colocar a família Pazzi, mais facilmente influenciável, em seu lugar.

Em A CONSPIRAÇÃO CONTRA OS MÉDICI, Simonetta esclarece essa trama, mostrando como se configurou e como o fato de Lourenço ter sobrevivido mudou o curso da história italiana por gerações, e leva o leitor a um passeio pela Itália renascentista. No decorrer desta narrativa fascinante, encontramos os personagens mais pitorescos do período, revivemos sua política tumultuada e descobrimos que duas pinturas famosas, dentre elas uma na Capela Sistina, contêm a assombrosa vingança dos Médici.

Uma história de amizade e traição, poder religioso e corrupção moral. A CONSPIRAÇÃO CONTRA OS MÉDICI também mostra de forma conclusiva como as majestosas obras de arte e a política mesquinha da Renascença estão inevitavelmente interligadas. Um livro tenso e instigante que revela uma incrível investigação histórica com elementos reais dos melhores thrillers.

Marcello Simonetta, Ph.D., é doutorado em estudos da Renascença pela Universidade de Yale e professor da Universidade de Wesleyan. Apresenta um programa no History Channel e, em 2007, foi curador de uma exposição sobre a biblioteca de Federico de Montefeltro no Morgan Library and Museum. Reside atualmente em Nova York. 

Serviço:
280 páginas
Preço: R$ 44,90
Editora: Record




A FUGA DO SR. MONDEA FUGA DO SR. MONDE

Trecho do livro
- Sra. Monde? - articulou, com ar questionador.
- Sra. Monde, sim. Moro no 27 bis da Rue Ballu.
E olhou com hostilidade para o charuto mal apagado que o comissário esmagara no cinzeiro.
- Queira dizer no que posso lhe ser útil.
- Vim informar que meu marido desapareceu.
- Muito bem... Com licença...
Puxou em sua direção um bloco de notas, pegou uma lapiseira de prata.
- O seu marido, a senhora dizia...?
- Meu marido desapareceu há três dias.
- Há três dias... Portanto no dia 13 de janeiro.
- Foi no dia 13, de fato, que o vi pela última vez.

Serviço:
Título:FUGA DO SR. MONDE, A
Título Original:LA FUITE DE MONSIEUR MONDE
Catálogo:Coleção L&PM Pocket
Gênero:Literatura moderna internacional
Série:Simenon
Páginas:160
Medidas:10,7 X 17,8 cm
1° Edição:julho de 2009
Preço:R$ 14,00




A história da escravidãoA história da escravidão

de Olivier Pétré-Grenouilleau

Em A história da escravidão, o autor francês Olivier Pétré-Grenouilleau analisa não só a organização produtiva desse sistema, mas as raízes deixadas pela escravidão na maneira da humanidade conceber e interagir com o mundo. A obra busca responder a três questões que podem parecer simples, mas delineiam uma investigação sobre a história da humanidade a partir das marcas deixadas por tal sistema: o que é realmente escravidão? Por que apareceu” e como evoluiu? Como, afinal, conseguimos aboli-la por toda parte, ao menos oficialmente, embora muitas vezes ela ainda resista de forma clandestina? Com um texto acessível e didático, o autor resgata as origens da escravidão e seus desdobramentos ao longo da história para mostrar o desafio colocado nos dias atuais por alguns de seus legados, como o racismo e as segregações.

Nas palavras de Beluce Bellucci, que assina a orelha da obra, “relação social tão antiga como moderna, a escravidão é tão fácil de entender como difícil de conceituar. O tema é estudado por intelectuais brasileiros como Gilberto Freyre, Manolo Florentino, Alberto da Costa e Silva, Jacob Gorender, entre outros, com diferentes pontos de vista e escopos. A história da escravidão, de Olivier Pétré-Grenouilleau, imprime atualidade ao debate teórico e à exigência da prática política, social e cultural brasileira.

A história da escravidão, publicado no âmbito do Ano da França no Brasil, contou com o apoio do Ministério francês das Relações Exteriores e Europeias.

Trecho da obra
A escravidão é um assunto particularmente doloroso e chocante, um crime contra a humanidade, que provoca nossa indignação. É espantoso que tenhamos conseguido conviver com ela durante tanto tempo. Mas bons sentimentos e julgamentos morais não bastam: se quisermos combater de maneira eficaz uma prática tão frequente na história do mundo, temos de nos esforçar para compreender o que ela favoreceu, por que foi imposta por tanto tempo e como pôde ser admitida.
Ora, o que sabemos sobre a escravidão hoje? Muito e ao mesmo tempo muito pouco. Sabemos muito, porque essa prática suscitou inúmeros estudos. Mas também sabemos muito pouco, porque é difícil ter uma ideia clara sobre um fenômeno cujas origens remontam a no mínimo 3 mil anos antes da nossa era e que se desenvolveu em maior ou menor grau na maioria das sociedades humanas. Não dizem também que a escravidão ainda existe ou cresce praticamente debaixo do nosso nariz?

Sobre o autor
Oliver Pétré-Grenouilleau é historiador francês e nasceu na cidade de Rumilly em 1962. Professor do Instituto de Estudos Políticos de Paris (IEP, Sciences Po) e membro-honorário do Instituto Universitário da França, é autor de diversos livros, entre eles, La démocratie aux États-unis et en Europe de 1918 à 1989 (Bréal, 2000) e Les traites négrières: essai d’histoire globale (Gallimard, 2004).

Serviço:
Autor: Olivier Pétré-Grenouilleau
Tradução: Mariana Echalar
Orelha: Beluce Bellucci
Título original: L’histoire de l’esclavage
Páginas: 152
ISBN: 978-85-7559-152-9
Preço: R$ 32,00




A maldição da moleiraA maldição da moleira

de Índigo
Ilustrações de Alê Abreu
(Infanto-juvenil)

"Nesta novela, os primeiros anos de vida parecem bem mais sinistros e agitados do que se costuma dizer."

Heitor era apenas um recém-nascido quando um ato surpreendente de sua avó pôs a perder toda a sua inocência de bebê: de uma hora para a outra, ele começou a refletir, criticar e interagir com seus familiares, outros bebês - a até com os brinquedos que dividem o berço com ele.

Com uma escrita irreverente, debochada e de ritmo ágil, "A maldição da moleira" mostra a precoce e hilariante consciência de um bebê.

Índigo nasce em Campinas e vive em São Paulo. Escrevendo na internet desde 1997, obteve recordes de visitação e indicações de observadores da internet por conta dos contos curtos e absurdos que postava. Formado em jornalismo, nunca trabalhou na área, embora seus trabalhos sempre tenham tido relação com a escrita. É autora do "Como casar com André Martins", publicado pela Editora Girafinha em 2006

Serviço:
128 páginas / Brochura
12,5 x 19 cm
Lançamento: Julho de 2007
Preço: R$25,00
Editora: Girafinha

Saiba mais




A mulher fogeA mulher foge

de David Grossman
(Romance)

Orah e Avram (Abrão), os protagonistas deste romance, são nomes primordiais. Abrão, o nome do patriarca do judaísmo antes da aliança com Deus, e Orah, derivação feminina de "luz", a primeira entidade criada no Gênesis sobre o céu e a terra. E é no território do primordial que esse romance acontece, em meio a uma caminhada sem rumo pela Galileia.
Por temer receber a notícia da morte do filho, que serve no exército, Orah foge para o norte de Israel, levando consigo Avram, um amigo e antigo amante que conheceu quando jovem no setor de isolamento de um hospital e que, mais tarde, foi severamente torturado pelos egípcios na guerra de Yom Kipur, em 1973. A consequência dessa experiência, para ele, foi uma vida inteira de negação, frustração e niilismo. Para Orah, divorciada e sozinha, restou ser mãe de dois rapazes em Israel, onde os jovens servem no exército durante três anos e para quem morrer com uma bomba é um dever banal, diante da opção bem pior de que essa bomba exploda dentro de um ônibus. Orah, que deveria ser a mulher iluminada, não consegue encontrar mais em si mesma a luz necessária para compreender essa realidade e foge. Mas é na fuga que ela revela sua força.
Enfrentar a guerra e o medo; as divisões internas de Israel; o casamento e a separação; o passado e a recuperação de algum sentido na vida pelo encontro com a natureza e com o diálogo - os temas das conversas entre Orah e Avram são tão fundamentais quanto os nomes que protagonizam. Dentro de uma situação de conflito coletivo e duradouro, como conciliar as preocupações individuais de uma mãe que, afinal, prefere a companhia do filho à missão patriótica? Como manter a causa pacifista, se aqueles que podem atirar contra um filho são justamente aqueles com quem se quer fazer a paz?
É no limite de Israel e no limite de si mesmos que Orah e Avram descobrem um ao outro, a si próprios e a sua condição de israelenses irreversivelmente exilados. Viver em Israel, afinal, é viver em exílio permanente - estar sempre de fora da normalidade e ver o mundo a distância. Mas é também no fim da terra conhecida, na fronteira com o inimigo, que se pode restaurar alguns caminhos há tanto tempo bloqueados.

Serviço:
Páginas: 656
Formato: 16 x 23
Preço: R$58,00




A rotativa parou!A rotativa parou!

"Este não é um livro de memórias, é um livro de lembranças", diz o jornalista Janio de Freitas na orelha de A rotativa parou! - Os últimos dias da Última Hora de Samuel Wainer, do jornalista Benicio Medeiros. "Colhe aqui uma figura interessante, ali uma tarefa, um episódio interno, ora um boato, ora histórias, o cômico e o dramático, o lamentável e o saudoso, as tensões infinitas - e aí estão as pinceladas que afiguram a vida de redação. Ou, no mínimo, a sua natureza pelos olhares de um jovem jornalista perceptivo, talentoso e consciente de que vivia um momento tão especial na sua vida quanto na do jornal onde se tornava profissional. E, por extensão, na vida da imprensa brasileira."

Com a experiência adquirida em décadas de redação, Benicio Medeiros retorna mentalmente ao jornal onde dava os primeiros passos de sua carreira ao mesmo tempo em que testemunhava um dos episódios mais marcantes da história da imprensa no Brasil: o fechamento da Última Hora, de Samuel Wainer. Sensível e deliciosamente bem contado, o relato de Benício se concentra nos últimos anos do jornal, onde testemunhou situações graves, dramáticas, mas também cômicas na redação. O Última Hora foi vendido em 1971, depois de ter sido mortalmente ferido pela ditadura militar iniciada em 1964.

Quatro décadas depois, quando as redações já passaram por transformações tecnológicas e adotaram códigos de ética que tornam o ambiente da Última Hora um cenário distante, Benício nos lança em uma viagem no tempo. O leitor de A rotativa parou! conhecerá episódios vividos dentro da redação e relatados pelo olhar atento e emocionado do autor, como a lembrança de Benício do dia em que a redação parou:

"A paciência da redação ia-se esgotando. E decidiu-se por uma paralisação, no horário do fechamento, em sinal de protesto contra uma situação que se revelava insustentável. Coisa inédita em quase vinte anos de contínua atividade: a redação da UH, nesse dia, parou por um interminável minuto. Samuel trabalhava normalmente no seu aquário, subindo e descendo os seus óculos como sempre, quando percebeu uma estranha calmaria. Levantou-se e viu a cena chocante. Estavam todos de pé, num silêncio lutuoso, pois nada, na verdade, precisava ser dito. Samuel parecia não acreditar no que via, disfarçava, não sabia onde pôr as mãos, o que dizer ou fazer. Me deu pena ver o seu olhar atônito, por trás do vidro do aquário. Não era o olhar do patrão nem do jornalista, mas o olhar de um homem comum diante da própria ruína, diante do fim da sua grande aventura." 

O autor pesquisou e colheu depoimentos para resgatar fatos e nomes relevantes à época e fez uma preciosa seleção de fotos, inéditas ou pouco conhecidas, que ilustram este livro. "Recorri a alguma pesquisa e a alguns pouco depoimentos, mas o que tenho de verdade a acrescentar a tudo o que já se escreveu sobre a Última Hora é pura matéria de memória", diz Benicio. Um material precioso para quem quer conhecer um pedaço importante da história recente do Brasil.

Depois de sua passagem pela Última Hora, Benicio Medeiros atuou em algumas das redações mais importantes do Rio de Janeiro. Entre outras funções, foi repórter e crítico literário da revista Veja, redator da revista Istoé, editor do Jornal da Globo, editorialista do Jornal do Brasil e editor-executivo da revista Manchete. Atualmente é diretor de jornalismo da ABI e editor da Revista do Livro da Biblioteca Nacional. É autor de A poeira da glória (Relume Dumará, 1998) e Brilho e sombra (Bem-Te-Vi, 2006), sobre a vida e obra de Otto Lara Resende.

A rotativa parou!
Editora Civilização Brasileira
Benicio Medeiros
208 páginas
Formato: 14 x 21 cm
Preço: 29,90
Jornalismo / História




A simples arte de matarA simples arte de matar

de Raymond Chandler

Além de romancista de primeira grandeza, Raymond Chandler foi um contista talentosíssimo. Foi nos contos que escrevia para revistas pulp, durante a década de 1930, que não só iniciou sua carreira de ficcionista (o primeiro romance, O sono eterno, seria publicado apenas em 1939) como aprendeu a dominar as ferramentas estilísticas e narrativas que fariam dele um dos mais festejados autores de língua inglesa de todos os tempos, além de ícone da literatura policial noir.
Neste volume, estão reunidas quatro narrativas curtas do autor: "Assassino metido a esperto" (1934), "Gás Nevada" (1935), "Armas no Cyranos" (1936) e "Entrega em Noon Street" (1936). Nelas estão presentes as características que eternizariam Chandler como um dos fundadores da literatura noir: o embate entre personagens com visões de mundo distintas, o ambiente lúgubre e violento, as soberbas descrições, eloqüentes ao mais alto grau, as ambíguas e perturbadoras personagens femininas, os protagonistas a um só tempo cínicos e sentimentais, que antes de mais nada traem uma perplexidade quanto à ordem do mundo e à natureza humana, bem como o total domínio da linguagem.

Serviço:

Coleção L&PM Pocket
Ref. 772
240 páginas
ISBN-13 978.85.254.1886-9

R$ 16,00




A tradição EuclidianaA tradição Euclidiana

de Cármem Trovatto

Há, no Brasil, coisa surpreendente: uma cidade, que todos os anos, com a pontualidade de um culto, a solenidade de um voto, comemora um livro" (Pedro Calmon). Esta cidade é São José do Rio Pardo que, todos os anos, realimenta o mito de Euclides da Cunha e sua obra, Os Sertões, por meio de comemorações oficiais. Estas solenidades são estudadas neste trabalho à luz de diferentes enfoques e disciplinas, recobrando-se o processo de criação do mito do herói.

Serviço:
Páginas: 232
Formato 14x21cm
Preço: 38,50
Editora: Arte & Ciência




A vida íntima de Pipa LeeA vida íntima de Pipa Lee

A vida íntima de Pippa Lee, de Rebecca Miller, é um retrato pungente das múltiplas facetas de uma mulher

Pippa Lee é a mulher perfeita: bonita e interessante, casada com um editor de sucesso e mãe de dois filhos. Até que seu marido, 30 anos mais velho, decide deixar a vida agitada de Nova York por um tranqüilo condomínio de aposentados, e seu mundo começa a desmoronar. Por entre o zumbido de cortadores de grama e afazeres domésticos, Pippa se pergunta como chegou àquela situação. A resposta é uma história de juventude rebelde, encontros inesperados, casos, traições, e a perigosa segurança do casamento. Romance de estréia da diretora e roteirista Rebecca Miller, A VIDA ÍNTIMA DE PIPPA LEE chega simultaneamente aos cinemas brasileiros, com direção da própria autora e elenco de peso. O livro chega às livrarias no dia 7 de dezembro pela Editora Record (http://www.record.com.br/).

Primeiro romance de Rebecca Miller, diretora e roteirista de O mundo de Jack & Rose e autora de uma coletânea de contos que deu origem ao filme O tempo de cada um, vencedor do Grande Júri do Sundance 2002, A VIDA ÍNTIMA DE PIPPA LEE chega simultaneamente aos cinemas brasileiros, em uma adaptação dirigida pela própria autora e com um elenco estelar. Produzido por Brad Pitt, o filme conta com Robin Wright Penn no papel de Pippa, além de Keanu Reeves, Juliane Moore, Alan Arkin, Winona Ryder, Blake Lively, Monica Belucci e Maria Bello.

Aos 50 anos, Pippa Lee acreditava ter a vida perfeita: considerada pelos amigos uma das pessoas mais graciosas, bonitas e interessantes que já conheceram, casada com um editor de sucesso e mãe de dois filhos. Mora numa bela casa em Manhattan e passa férias na sua residência de luxo à beira-mar. Embora seu passado esconda uma infância problemática, uma turbulenta adolescência e idade adulta, e muitas escolhas difíceis, Pippa parece finalmente viver uma vida de sonho.

Tudo muda no dia em que o marido, 30 anos mais velho, decide que está hora de saírem da agitada Nova York com destino a um complexo residencial para aposentados ­- uma medida preventiva para a velhice. Subitamente, a mulher que em outros tempos foi verdadeiramente impetuosa e insensata percebe que está vivendo de forma convencional. Por entre o zumbido de cortadores de grama, trocas de receitas e afazeres domésticos, ela começa a se perguntar como foi parar naquele lugar. E agora, seu mundo, sua vida tranquila, sua família, tudo o que ela ama está ameaçando ruir.

A VIDA ÍNTIMA DE PIPPA LEE é uma história sobre juventude frenética, encontros inesperados, casos amorosos, traições e a perigosa segurança do casamento. O romance captura os desafios, as confusões e o frenesi da vida moderna - e todas as possibilidades nela contidas.

Antes de se dedicar à escrita e ao cinema, Rebecca Miller foi pintora e atriz. Filha do dramaturgo Arthur Miller, é autora da coletânea de contos Personal Velocity, que deu origem ao filme O tempo de cada um. A produção independente ganhou diversos prêmios, entre eles o do Grande Júri do Sundance 2002, que a estabeleceu como diretora de prestígio. Rebecca também dirigiu e roteirizou O mundo de Jack & Rose. A vida íntima de Pippa Lee é seu primeiro romance, e foi publicado em mais de 30 países. Retrato pungente das múltiplas facetas que cada pessoa encerra, sua adaptação para o cinema chega às telas estrelada por Robin Wright Penn, Keanu Reeves, Julianne Moore e Winona Ryder. Atualmente a autora e a família dividem o tempo entre Irlanda e Nova York.

http://www.pippalee.com/

A VIDA ÍNTIMA DE PIPPA LEE

(The private lives of Pippa Lee)

Rebecca Miller

Tradução de Mariluce Pessoa

Grupo Editorial Record/Editorial Record

288 páginas

Preço: R$ 44,90

Ficção estrangeira / Romance




A volta pelas ondasA volta pelas ondas

de Rose Reis 

A proposta desse estudo, associando um aspecto cultural do nordestino ligado pelo rádio, ao forró como um resgate de sua identidade, desenvolve-se no momento em que esse estilo musical está fa-zendo enorme sucesso em São Paulo e no país, inclusive com abertura de inúmeras casas de diversão e shows. O objetivo deste trabalho é também observar o rádio como agente aglutinador dos migrantes nordestinos em São Paulo, atentando para os espaços por eles freqüentados. Com o rádio o nordestino empreende "a volta pelas ondas", retorna simbolicamente às suas origens enviando até recados para os familiares em sua terra natal, encontrando-se assim com sua própria sua identidade cultural.

Serviço:
Páginas: 130
Formato: 14x21 
Preço: R$ 49,88





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