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EM BREVE NOS CINEMAS

Análise: Kung Fu Panda 2


Por Felipe Vinha
14/07/2011

Kung Fu Panda 2 estreou há pouco tempo nos cinemas brasileiros e, claro, uma adaptação para os games veio com ele, lançada em todas as principais plataformas da atualidade. A versão de maior destaque, porém, fica com o Xbox 360, por conta do uso do Kinect.

O game faz um bom uso do aparelho do Xbox 360 e capta todos os movimentos do jogador em sua jogabilidade. Aliás, a jogabilidade principal é moldada justamente com o Kinect, o que torna seu uso obrigatório. Mas como ela funciona?

O jogador, literalmente, se torna Po, o panda da história. Com movimentos nos braços e pernas é possível fazer com que Po execute golpes na tela, sem uso do controle ou qualquer acessório adicional além do Kinect. Ninguém vai aprender Kung Fu com o jogo, mas ele é, com certeza, divertido por conta desta "luta simulada".

Um problema, porém, atinge Kung Fu Panda 2. O jogo é um pouco repetitivo. Sim, é legal poder fazer os movimentos durante as batalhas e vê-los replicados na tela, mas o tempo vai passando e você percebe que o game é isso e acabou. Há alguns minigames, mas são muito rápidos para que se tecle alguma coisa a respeito.

A história é curta, não deve durar mais de cinco horas, mas é divertida de se acompanhar, pois narra fatos paralelos ao filme. Claro que todos os personagens do longa-metragem estão presentes.

Gráficos e som têm seu destaque, mas é uma pena que as vozes dubladas não utilizem o trabalho dos atores do cinema, são atores, digamos, "genéricos". Os gráficos, claro, são "normais", sem chamar muito a atenção. Estão em um nível aceitável para uma adaptação de filme.

Em resumo, Kung Fu Panda 2 diverte pelo uso constante e obrigatório do Kinect. Lutar Kung Fu, mesmo que de forma "falsa", pode render ótimos momentos com amigos. O jogo é altamente indicado para crianças, principalmente por sua simplicidade, mas a repetição pode atrapalhar.